A respeito da crise do pânico, você sabia que não é uma doença? Que depois dela deveria ocorrer diminuição da ansiedade, e não aumento? Que sua verdadeira causa não é curada, mas agravada pelos antidepressivos? Não basta só a descrição dos sintomas. Para serem resolvidos, cada um deles tem um sentido psicológico a ser compreendido. O que significam a sensação de morte iminente? Os pensamentos catastróficos? A incapacidade de ficar só? Das respostas a perguntas como essas surge a direção para o alívio definitivo, conseguido sem a dependência de intermináveis controles químicos. Alívio que já começa no efeito terapêutico trazido pela compreensão do propósito benigno das crises, o que elimina seu caráter tenebroso.

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